Menopausa

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Para você que já está na idade do climatério, se bem que, cada mulher é única, e a idade para este novo tempo em sua vida é diferente. Para falar de menopausa, convidamos a médica carioca, amiga querida, dra. Eliana Maria Restum Antonio – Graduada em Medicina pela Fundação Técnico Educacional Souza Marques. Formada em Cirurgia Geral pela Santa Casa da Misericórdia do Rio de Janeiro e Pós-Graduação em Ginecologia e Obstetrícia pela Universidade Gama Filho. Membro Titular do Colégio Brasileiro de Cirurgiões, Chefe do Serviço de Clínica Cirúrgica -17ª Enfermaria do Hospital Geral da Santa Casa da Misericórdia do Rio de Janeiro onde é Coordenadora e Eliana Maria Restum AntonioPreceptora do Curso de Treinamento em Cirurgia Geral credenciado pelo Colégio Brasileiro de Cirurgiões. Professora Assistente da Fundação Técnico-Educacional Souza Marques, Professora Assistente da Universidade Severino Sombra, Mestre em Ciências pela Escola Paulista de Medicina – Universidade Federal de São Paulo, Doutoranda em Bioética pela Universidade do Porto (Portugal)/CFM (Conselho Federal de Medicina) e em Ciências Médicas pela Escola Paulista de Medicina-Universidade Federal de São Paulo). Ufa! Tá né dra. Eliana!

O QUE É A MENOPAUSA?

Menopausa não é uma doença e sim, um evento natural; uma nova fase da vida da mulher. Em sentido amplo, é o período de transição da fase reprodutiva para a não reprodutiva. A perimenopausa é o período de transição, em a produção cíclica de hormônios pelos ovários vai progressivamente diminuindo e, os ciclos menstruais vão se tornando irregulares, até cessarem completamente.

QUANDO COMECA A MENOPAUSA?

Na maioria das mulheres, ocorre entre 45 e 55 anos, com alterações físicas e psíquicas importantes, que começam muito antes da interrupção da menstruação. Com o aumento da expectativa de vida das mulheres ao redor de 75 anos, elas vivem um terço de suas vidas com deficiência hormonal; fato relevante para a qualidade de vida da mulher.

POR QUE OCORRE A MENOPAUSA?

Ocorre quando a reserva de folículos ovarianos é esgotada, com a interrupção completa da função ovariana e assim, a não secreção dos hormônios estrogênios e progesterona.

QUAIS OS SINAIS E SINTOMAS?

  • Ondas de calor (fogachos) que podem ou não estarem associados a tontura e a palpitação.
  • Suores noturnos com perda da qualidade de sono (insônia).
  • Irritabilidade, nervosismo e depressão.
  • Secura e coceira vaginal que podem causar dor e desconforto no ato sexual (dispareunia).
  • Alterações do controle urinário levando à um aumento da frequência (polaciúria) ou à perda espontânea da urina (incontinência urinária).
  • Diminuição do tamanho e firmeza das mamas (liposubstituicão).
  • Perda da elasticidade da pele, particularmente face e pescoço.
  • Alterações das cartilagens, causando dores articulares e musculares.
  • Aumento da porosidade (osteopenia) e enfraquecimento dos ossos (osteoporose).
  • Alterações na composição das gorduras do sangue (colesterol e suas frações), facilitando o “endurecimento das artérias” (arteriosclerose), o que predispõe doenças do coração como infarto e hipertensão e, até derrame cerebral (AVC ou AVE).

QUAIS OS RESULTADOS ESPERADOS DO TRATAMENTO?

O tratamento deve ser orientado pelo médico e consiste na substituição dos hormônios que os ovários deixaram de produzir. Podem ser hormonais e não-hormonais (fitoterápicos). Os fitoterápicos podem ser iniciados quando no surgimento dos primeiros sinais e sintomas e, de forma preventiva, resguardando e retardando as consequências tardias da falta de hormônios.

  • HORMONAIS: comprimidos por via oral, injeções, cremes e óvulos vaginais, sistemas adesivos colocados na pele, implantes sub-dérmicos ou sub-cutâneos , que ofertam o hormônio estradiol, ou seja, o mesmo hormônio produzido pelos ovários.
  • NÃO-HORMONAIS: Os resultados são esperados após 2-3 semanas como por sugestão: Lecitina de soja 1200mg, Glucosamina 1500mg com Condroitina1200mg, Melatonina 3mg, Multivitaminas e Multiminerais para mulheres com 50 anos ou mais.

MAS, LEMBRE-SE A DECISÃO SOBRE A MELHOR FORMA DE TRATAMENTO PARA O SEU CASO DEVE SER SEMPRE ORIENTADA PELO SEU MÉDICO.

 

 

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